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sexta-feira, 22 de outubro de 2010

1 - A noite


Hoje completa dois anos que eu namoro a Patrícia, e eu vou  à um restaurante para um jantar romântico. No caminho para sua casa eu pensei se finalmente iríamos ter nossa primeira noite de amor.
                Lá estava ela, linda, radiante, maravilhosa, vindo em direção ao meu carro. Beijamos-nos e segui para o restaurante. Sentamos-nos e fizemos o pedido. Durante longos minutos, ficamos conversando sobre o quão bom estava o nosso relacionamento durante esses dois anos. Na mesa ao lado se encontrava um casal comemorando o noivado. Fiquei encucado com aquela situação, eu queria pedir patrícia em casamento, más a nós ainda nem tínhamos um grau de intimidade maior. Achei melhor ir devagar.
                Minha maior surpresa foi que ao terminarmos o jantar, Patrícia pediu-me para irmos a minha casa. Finalmente nós iríamos dar outro passo, nosso relacionamento ia evoluir para um nível onde finalmente estaria à vontade para pensar em casamento. Ao chegar em casa, entramos, ela sentou-se, lhe ofereci alguma bebida, e ela apenas respondeu: “Prepare a pipoca, trouxe um filme para vermos.” Enquanto eu preparava as pipocas, ela colocava o filme. Era um filme romântico, assistimos abraçadinhos. Enquanto ela não parava de chorar, me continha para não rir daquela situação. Ao terminar o filme Patrícia me pediu para ir para sua casa. Fiquei um pouco desapontado, más não diminuiu nenhum pouco meu amor por ela.
                Passamos uma semana sem sair, pois Patrícia estava ajudando a organizar sua festa de colação de grau, más nem por isso deixamos de nos ver.
[...] Continua 

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Objetivos

Sucesso:
Um objetivo que 99% das pessoas desejam. Financeiro, Profissional, Familiar, enfim, existem inúmeros caminhos para se chegar ao sucesso. Más o caminho que importa é o que você se sinta melhor, não adianta você ser bom em algo, mas não ser feliz ao praticar. A não ser q você queira ser infeliz por uns 30 anos...








Felicidade:

                Isso qualquer ser vivo no planeta busca esse sentimento, seja conscientemente ou não. Todos nós buscamos carreiras, amores, amigos... Com finalidade de nos realizar, nos agradar pois felicidade é um sentimento puro e radiante, que é praticamente impossível se conseguir sozinho.






Sorte:
                Muitos dizem que são desprovidos desse dom, outros dizem que o possuem demasiadamente. Más o que realmente importa é, acreditas que és capaz de conquistares algo?. Sorte é uma virtude que tolos usam para nos impor que não conseguiríamos fazer certas coisas só. Lógico que em alguns casos pode se aplicar a sorte, más será que em algumas ocasiões o que você chamou de sorte, na verdade não foi um feito seu? Um momento que conseguisse destacar teus atributos com finalidade de completar teu objetivo?



Amor:
                O mal do século, um importante componente para se alcançar a felicidade e o sucesso. Para se alcançar esse objetivo (amar e ser amado), não depende de sorte e sim de tua força de vontade, na tua capacidade de mostrares quem é pro outro(a), na finalidade de que essa pessoa se identifique com você.
                Amor,  essa palavra é usada com tanta freqüência  que já virou comum. Porém o poder de amar é muito mais de um “eu te amo”, e sim de demonstrares o teu apreço pelo próximo, de ajudar um amigo quando necessitado, de saberes ouvir os desabafos de quem precise, de estender a mão para aquele que está perdido em ódio ou mágoas.



Todas essas baboseiras saíram de minha cabeça




sábado, 2 de outubro de 2010

Voto Palhaço

      O candidato a deputado federal Francisco Everardo Oliveira Silva, mais conhecido como Tiririca, provavelmente será o candidato a deputado mais votado do país, com cerca de novecentos mil votos. É evidente que boa parte desses votos, se não a maior parte, é composta por votos de protesto. Depois que as urnas eletrônicas foram implantadas, o pobre do eleitor não pode mais sequer conferir seu voto ao macaco Tião, por exemplo. Alguns eleitores do Tiririca talvez pensem:
  
"já que a nossa política está essa palhaçada, melhor colocar um palhaço no Congresso."

assim, ao menos, obriga-se a velha política a conviver lado a lado, em pé de igualdade, com o Tiririca. Certo ou errado, não deixa de fazer algum sentido.

     Agora a polêmica são as suspeitas de que o candidato Tiririca seja analfabeto, sendo, assim, inelegível. Se isso for verdade, Tiririca faria parte de significativa parcela da população que não sabe ler e escrever. Segundo o IBGE, 9,7% da população maior de 15 anos é analfabeta. 14,1 milhões de brasileiros, portanto. Em algumas regiões, como o Nordeste, o índice é de mais de 18%… Será que essa parcela da população não merece ser representada no Congresso? Qual é a justificativa para impedir que um analfabeto seja eleito, mas, por outro lado, permitir que vote e pague impostos? Lei de 1981 impedia o voto de pobres e analfabetos, mas não impedia que eles fossem eleitos. Agora parece ser o contrário…

     Alguns poderão dizer que um analfabeto não teria condições de analisar ou mesmo propor projetos de lei, já que não sabe ler e escrever. Talvez. Mas esse argumento também poderia ser utilizado, por exemplo, para permitir a eleição apenas de pessoas formadas em Direito, afinal, para aprovar, rejeitar e alterar leis, seria preciso entender de normas jurídicas também. A resposta, eu sei, é óbvia: o deputado pode ter assessores para auxiliá-los com as questões jurídicas. Sim, pode, mas também pode ter assistentes que auxiliarão na leitura e redação de projetos. Ora, se a impossibilidade de ler e redigir projetos sozinho fosse o grande problema, deveríamos impedir também a eleição de candidatos cegos.

     Outro problema que coloco para vocês. Qual é a definição de analfabeto? Quem consegue escrever o próprio nome já seria considerado alfabetizado? Ou é preciso saber ao menos ler as sílabas e escrever o abecedário? Ou é necessário entender o que se está lendo? Confesso que não pesquisei a definição de analfabeto utilizado nas pesquisas realizadas pelo IBGE, mas aposto que se as pesquisas considerassem também os analfabetos funcionais, ou seja, aqueles que até conseguem ler, mas que não entendem o que estão lendo, os números seriam bem maiores. Com o nível da educação que temos no Brasil, suspeito quemetade da população não passaria numa simples prova de compreensão de texto…

     Além disso tudo, não custa lembrar o que foi dito por um famoso colunista político cujo nome, no momento, não recordo: todos os grandes escândalos e mazelas desse país foram causados por gente alfabetizada e com pleno domínio da escrita e da leitura. Lendo isso em consideração, talvez fosse o caso de permitir apenas a eleição de analfabetos…

     conclusão de toda essa lenga-lenga, meus caros, seria muito simples, não fosse o singelo artigo 14, §4º da nossa Constituição Federal, que diz apenas o seguinte: “São inelegíveis os inalistáveis e os analfabetos”. É, aí fica difícil…

Autoria: Ricardo. através do site Chongas